Lugar ao Som

terça-feira, outubro 30, 2007

PAUL SIMON & MIRIAM MAKEBA under the African skies






Publicação nº 66 - J.G.




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domingo, outubro 28, 2007

MICHAEL BUBLÉ




RESULTADOS FINAIS BLOGSTARS da SEMANA - 29 de Outubro

lugaraosom.blogspot.com - 56 * Obrigado aos que votaram

tranqueiradiaria.blogspot.com - 42

poderdoamor.zip.net - 38

bancadadirecta.blogspot.com - 10

a-pastilha-elastica.blogspot.com - 8


Total de votos
154


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Call me irresponsible




Publicação nº 65 - J.G

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quinta-feira, outubro 25, 2007

AZNAVOUR - Com'è Triste Venezia

As minhas desculpas, mas "O LUGAR ao SOM" está nomeado esta semana para Blogue da Semana, à semelhança do que ainda há pouco sucedeu com "Os Bigodes do Gato". Assim, se quiserem votar nele, agradeço que façam o mesmo que fizeram com os Bigodes: entrar no Blogstars e, do lado esquerdo, em cima, marcar o Lugar ao Som e depois clicar em votar. Desculpem o incómodo e muito obrigado. - Jorge G.


Trago hoje uma versão menos conhecida desta bela canção. Espero que vos agrade!


Charles Aznavour - Com'è Triste Venezia






Com'è triste Venezia
Soltanto un anno dopo
Com'è triste Venezia
Se non si ama più

Si cercano parole
Che nessuno dirà
E si vorrebbe piangere
Non si può più

Com'è triste Venezia
Se nella barca c'è
Soltanto un gondoliere
Che guarda verso te

E non ti chiede niente
Perché negli occhi tuoi
E dentro la tua mente
C'è soltanto Lei

Com'è triste Venezia
Soltanto un anno dopo
Com'è triste Venezia
Se non si ama più

I musei e le chiese
Si aprono per noi
Ma non lo sanno
Che ormai tu non ci sei

Com'è triste Venezia
Di sera la laguna
Se si cerca una mano
Che non si trova più

Si fa dell'ironia
Davanti a quella luna
Che un dì ti ha vista mia
E non ti vede più

Addio gabbiani in volo
Che un giorno salutaste
Due punti neri al suolo
Addio anche da lei

Troppo triste Venezia
Soltanto un anno dopo
Troppo triste Venezia
Se non si ama più


Publicação nº64 - J.G


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quarta-feira, outubro 24, 2007

LUGAR AO SOM Candidato a Blogstar da Semana



RESULTADOS às 23:00 de 25 de Outubro:
. LUGAR AO SOM - 27 votos
. BRIGADA DA OPOSIÇÃO I - 21 votos
. BRIGADA DA OPOSIÇÃO II- 20 votos
As minhas desculpas, mas "O LUGAR ao SOM" está nomeado esta semana para Blogue da Semana, à semelhança do que ainda há pouco sucedeu com "Os Bigodes do Gato". Assim, se quiserem votar nele, agradeço que façam o mesmo que fizeram com os Bigodes: entrar no Blogstars e, do lado esquerdo, em cima, marcar o Lugar ao Som e depois clicar em votar. Desculpem o incómodo e muito obrigado. - Jorge G.


The Legendary Dr. JOHN





Publicação nº 63 - J.G.


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sábado, outubro 20, 2007

SÉRGIO GODINHO "Venho aqui falar" - 1978


Viola: Sérgio Godinho
Baixo: Paulo Godinho
Bateria: Guilherme Scarpa
Tumbadouras: Carlinhos Tumbadoura
Violino: Carlos Zingaro
Acordeão: Pedro Osório
Coros: Fausto e Shila

Eu hoje venho aqui falar
duma coisa que me anda a atormentar
e quanto mais eu penso mais eu cismo
como é que gente tão socialista
desiste de fazer o socialismo
é querer fazer arroz de cabidela
sem frango nem arroz nem a panela

Eu hoje venho aqui falar
duma coisa que me anda a atormentar
e quanto mais eu penso mais eu vejo
que esta grande obra de reconstrução
parece mas é uma acção de despejo
é como para instalar uma janela
atirar primeiro os vidros para a viela

Eu hoje venho aqui falar
duma coisa que me anda a atormentar
e penso e vejo de todas as cores
já libertaram pides e bombistas
deve ser para lá por trabalhadores
é como lançar cobras na cidade
e por dentro da jaula a liberdade

Eu hoje venho aqui falar
duma coisa que me anda a atormentar
e vejo e de ver tiro conselho
aquilo que é mesmo reforma agrária
é para alguns o demónio vermelho
esses querem ver é anjos cor-de-rosa
entre Castro Verde e Vila Viçosa

Eu amanhã posso não estar aqui
mas também, para o que eu aqui repeti…
é que não sou o único que acho
que a gente o que tem é que estar unida.
unida como as uvas estão no cacho
unida como as uvas estão no cacho


Sérgio Godinho nasceu em 1945, no Porto. Com apenas 18 anos de idade parte para o estrangeiro. Primeiro destino: Suiça, onde estuda psicologia durante dois anos. Mais tarde muda-se para França. Vive o Maio de 68 na capital francesa. No ano seguinte integra a produção francesa do musical "Hair", onde se mantém por dois anos. Em Paris priva com outros músicos portugueses, como Luís Cília e José Mário Branco. Sérgio Godinho ensaiava então as suas primeiras composições, na altura em francês.

Em 1971 participa no álbum de estreia a solo de José MárioBranco, "Mudam-se os Tempos, Mudam-se as Vontades", como músico e como autor de quatro letras. É ainda neste ano que Sérgio faz a sua estreia discográfica, com o seu primeiro longa-duração, "Os Sobreviventes", e com a edição do EP "Romance de Um Dia na Estrada". Recebe o prémio da Imprensa para "Melhor Autor do Ano" e, no ano seguinte, com "Sobreviventes" - que três dias após a sua edição é interditado, depois autorizado, depois novamente interditado - é eleito "Melhor Disco do Ano".

A partir de então, um nunca mais parar de boa música tem saído das suas mãos.


Sérgio Godinho, also a writer, actor and film-maker, is one of the most celebrated Portuguese singers. Adding to his importance, his presence on the actual musical panorama is related with contact of younger generation of musicians, with whom he's been keeping continuous collaboration.

Sérgio was born in Oporto, from an anti-fascist regime family. In those times, this was an important fact to the future of the new generation. He began to study economics and was in Teatro Universitário do Porto. He leaves Portugal still very young, with 21 years old. Goes to Geneve, in Switzerland, to study psychology, a course which was, at the time (1965), directed by Jean Piaget.

In 1967, he goes to Paris, where he met José Mário Branco and Luís Cília. When he starts to compose songs, it is still in French. He lives and participates in the French 68 May, an important happening that would mark his career. In 1969 he enters to the theatre. He acted in the famous oeuvre "Hair". The group of actors he got in contact with was inspirational for the music he would start to play and record. Some of the musicians of his first album were members of that theatre group.

His first solo record was Romance de Um Dia na Estrada, an antecipation of Os Sobreviventes, a remarkable album of the year of 71, along with Cantigas do Maio, by José Afonso, Mudam-se os Tempos, Mudam-se as Vontades, by José Mário Branco and Gente de Aqui e de Agora, by Adriano Correia de Oliveira. It represented a whole new approach in the Portuguese music, joining the ballad tradition to a more pop-rock sound. A strong album, where Godinho shows his talent for songwriting and wordgames. His talented skills are present in the first two albums by his friend José Mário Branco, who sings five songs written in Mudam-se os Tempos, Mudam-se as Vontades and two on Margem de Certa Maneira. The songs "Que força é essa", "Romance de Um Dia na Estrada" and "Maré alta" became very popular.



Publicação nº 62 - J.G.


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terça-feira, outubro 16, 2007

25 anos após ADRIANO CORREIA de OLIVEIRA



Trova do vento que passa
(Poema integral de M. Alegre)

Pergunto ao vento que passa
notícias do meu país
e o vento cala a desgraça
o vento nada me diz.

Pergunto aos rios que levam
tanto sonho à flor das águas
e os rios não me sossegam
levam sonhos deixam mágoas.

Levam sonhos deixam mágoas
ai rios do meu país
minha pátria à flor das águas
para onde vais? Ninguém diz.

Se o verde trevo desfolhas
pede notícias e diz
ao trevo de quatro folhas
que morro por meu país.

Pergunto à gente que passa
por que vai de olhos no chão.
Silêncio - é tudo o que tem
quem vive na servidão.

Vi florir os verdes ramos
direitos e ao céu voltados.
E a quem gosta de ter amos
vi sempre os ombros curvados.

E o vento não me diz nada
ninguém diz nada de novo.
Vi minha pátria pregada
nos braços em cruz do povo.

Vi minha pátria na margem
dos rios que vão pró mar
como quem ama a viagem
mas tem sempre de ficar.

Vi navios a partir
(minha pátria à flor das águas)
vi minha pátria florir
(verdes folhas verdes mágoas).

Há quem te queira ignorada
e fale pátria em teu nome.
Eu vi-te crucificada
nos braços negros da fome.

E o vento não me diz nada
só o silêncio persiste.
Vi minha pátria parada
à beira de um rio triste.

Ninguém diz nada de novo
se notícias vou pedindo
nas mãos vazias do povo
vi minha pátria florindo.

E a noite cresce por dentro
dos homens do meu país.
Peço notícias ao vento
e o vento nada me diz.

Quatro folhas tem o trevo
liberdade quatro sílabas.
Não sabem ler é verdade
aqueles pra quem eu escrevo.

Mas há sempre uma candeia
dentro da própria desgraça
há sempre alguém que semeia
canções no vento que passa.

Mesmo na noite mais triste
em tempo de servidão
há sempre alguém que resiste
há sempre alguém que diz não.

Manuel Alegre



Publicação nº 61 - J.G.

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quinta-feira, outubro 11, 2007

LUÍS REPRESAS e GONÇALO LUÍS REPRESAS

"Da Próxima Vez..."




Publicação nº 60 - J.G.



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segunda-feira, outubro 08, 2007

MÚSICA ANDINA - Wayanay Inka "Pastorcita"





Publicação nº 59 - J.G.

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