Lugar ao Som

sábado, setembro 29, 2007

MADELEINE PEYROUX - J'ai Deux Amours








Publicação nº 58 - J.G.


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quinta-feira, setembro 20, 2007

NEY MATOGROSSO - 'Sangue Latino'



Jurei mentiras e sigo sozinho, assumo os pecados
Os ventos do norte não movem moinhos
E o que me resta é só um gemido
Minha vida, meus mortos, meus caminhos tortos,
Meu sangue latino, minha alma cativa

Rompi tratados, traí os ritos
Quebrei a lança, lancei no espaço
Um grito, um desabafo

E o que me importa é não estar vencido
Minha vida, meus mortos, meus caminhos tortos,
Meu sangue latino, minha alma cativa



Publicado por J.G.

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terça-feira, setembro 11, 2007

ANGELO BRANDUARDI - "Il Marinaio"





IL MARINAIO - Música: A.Branduardi - Versos: Luísa Zappa Branduardi


Siedi serena e aspetti il tuo uomo
che torna domani,
se il cielo vorrà...
cerchi il sorriso
con cui ti lasciò
fra i solchi scuri
che il tempo disegna
sul viso di chi naviga il mare,
ed è sempre domani
e se il cielo vorrà...
Te l'ha giurato e sai tornerà
l'uomo che amavi non mentiva mai.

Aspetti serena ogni uomo che torna
dal mare lontano
verso il quale partì...
Forse da anni
lui naviga già
lungo correnti
che non porteranno ai tuoi fianchi
il suo amore, mai più...
ed è sempre domani
e se il cielo vorrà...
Te l'ha giurato e sai tornerà;
l'uomo che amavi non mentiva mai.





Publicação nº 56 - J.G.


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quinta-feira, setembro 06, 2007

LUAR NA LUBRE - "Chove en Santiago"


Actuando há já cerca de 20 anos, este continua a ser um dos melhores grupos galegos, intérprete das verdadeiras raízes celtas da música da Galiza. Esta canção, com música de ALBERTO GAMBINO sobre um poema de FEDERICO GARCIA LORCA, faz parte do álbum "Cabo do Mundo", de 1999.
Lá se pode ler: " Madrigal á cibdá de Santiago
Lorca fixo varias visitas a Galicia, percorreuna coa súa compañía de teatro La Barraca facendo amigos. En América soubo tamén dos galegos. Coñecedor profundo da nosa lirica esencias, dende Martín Códax a Rosalía, foi quen de deixarnos, como un moderno trobador, seir fermosas estampas, no libro Seis poemas galegos, impreso en decembro de 1935 na editorial galega Nós, rexentada polo galeguista e alcalde de Santiago Ánxel Casal Escrotor e editor fusilados impunemente; os seus cadáveres apareceron o mesmo día, o 19 de agosto de 1936, a mil quilómetros de distancia nas aforas de Granada e Santiago respectivamente. Esta versión do Madrigal á cibdá de Santiago é o noso tributo agradecido."


Chove en Santiago
meu doce amor
camelia branca do ar
brila entebrecida ao sol.
Chove en Santiago
na noite escura.
Herbas de prata e sono
cobren a valeira lúa.
Olla a choiva pola rúa
laio de pedra e cristal.
Olla no vento esvaido
soma e cinza do teu mar.
Soma e cinza do teu mar
Santiago, lonxe do sol;
agoa da mañan anterga
trema no meu corazón.





Publicação nº 55 - J.G.

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